Qual é a abordagem da PIMCO ao investimento em títulos corporativos de mercados emergentes?

As oportunidades de investimento em títulos corporativos de mercados emergentes (ME) apresentaram expansão formidável nos últimos anos. Governos de todos os países em desenvolvimento buscaram redirecionar suas economias para um plano de crescimento mais elevado, facilitando o aumento de investimentos em setores-chave, permitindo investimentos privados em empresas anteriormente estatais e apoiando o crescimento das empresas privadas. Consequentemente, o mercado de títulos corporativos de ME se aprofundou e atraiu um interesse maior por parte dos investidores, oferecendo agora oportunidades de investimento em diversos setores, como energia, mineração e metalurgia, transportes, telecomunicações, habitação social e bancos, entre outros. A estratégia Emerging Markets Corporate Bond da PIMCO visa tirar proveito desse desenvolvimento.

O processo da PIMCO para os títulos corporativos de mercados emergentes se dá no contexto de nossa estrutura robusta para o investimento nesses mercados. A análise soberana constitui a base dessa estrutura e, de forma compatível com a filosofia de investimento geral da empresa, nossa abordagem tem início com uma análise secular da economia. Em seguida empregamos um processo de múltiplas etapas para a análise soberana. Primeiramente, identificamos países com fundamentos de crédito sólidos (entre outros, posição fiscal sólida, situação política estável/em melhoria, nível confortável de reservas e perfis de endividamento que possam suportar choques financeiros). Em segundo lugar, consideramos o impacto de nossa perspectiva global sobre esses países, inclusive as perspectivas para a demanda das economias avançadas, preço das commodities, tendência das taxas de juros e outros componentes do ambiente externo. Finalmente, avaliamos as condições técnicas do mercado para identificar tanto o potencial de alta como os desequilíbrios que poderiam levar a distorções no mercado.

No âmbito dos países selecionados por nosso processo de análise soberana, utilizamos então os recursos da PIMCO para pesquisa de crédito. Isso envolve a análise setorial, na qual os analistas de crédito e os portfolio managers trabalham em conjunto para identificar os setores que provavelmente serão beneficiados pelo apoio soberano, implícito ou explícito, ou onde for identificada uma deficiência estrutural importante que será atendida pelo setor. A análise de emissores e emissões específicas complementam a avaliação setorial. A análise fundamentalista das entidades específicas é um dos componentes essenciais de nossa abordagem de investimento em títulos corporativos, que exige a avaliação da empresa ou da viabilidade do projeto, capacidade da administração, possíveis desafios operacionais e financeiros e outros riscos técnicos. Também são levados em conta os fatores específicos da emissão, como garantias, concessões e cláusulas financeiras.

Essa estrutura multifacetada disciplinada fornece as bases para nossas decisões de ponderação por país, setor e emissores, "duration", curva, moeda e seleção de instrumentos, bem como para nossas avaliações de valor relativo. A ênfase em países de alta qualidade e setores solidamente posicionados para o crescimento, muitas vezes de importância sistêmica para o governo, nos ajuda em nosso esforço de otimização do conjunto de estratégias para um determinado ambiente de investimentos, ao mesmo tempo em que buscamos limitar os riscos de queda.

Experiência da PIMCO nos mercados emergentes

Experiência da PIMCO em créditos globais

Aplicações para a estratégia Emerging Markets Corporate Bond

Filosofia de investimentos em mercados emergentes e títulos corporativos

Viés de alta qualidade

Fontes de valor agregado

Perspectiva de longo prazo para os mercados emergentes

Gestão de riscos/controles

Informações importantes

* A PIMCO considera como mercado emergente qualquer país definido como uma economia emergente ou em desenvolvimento pelo Banco Mundial (ou suas organizações relacionadas) ou pelas Nações Unidas (ou suas autoridades).

O desempenho passado não é uma garantia nem uma indicação confiável dos resultados futuros. Todos os investimentos apresentam riscos e podem perder valor. O investimento no mercado de renda fixa está sujeito a riscos, inclusive riscos de mercado, taxa de juros, emissor, crédito, inflação e liquidez. O valor da maioria dos títulos e estratégias de renda fixa é afetado pelas oscilações nas taxas de juros. Títulos e estratégias de renda fixa com “durations” (prazo médio) mais longas tendem a ser mais sensíveis e voláteis do que aqueles com “durations” mais curtas. De forma geral, o preço dos títulos cai quando as taxas de juros sobem, e o ambiente atual de juros baixos aumenta esse risco. Reduções atuais na capacidade de títulos de renda fixa da contraparte podem contribuir para a diminuição da liquidez do mercado e o aumento da volatilidade dos preços. Quando resgatados, os investimentos em títulos de renda fixa podem ter valor superior ou inferior a seu custo original. O investimento em valores mobiliários denominados em moeda estrangeira ou de empresas sediadas no exterior pode envolver um risco maior devido a oscilações cambiais e a riscos econômicos e políticos, que podem ser maiores em mercados emergentes. Entidades de infraestrutura atuam na construção, operação, propriedade ou manutenção de estruturas físicas, redes e outros ativos de infraestrutura que prestam serviços públicos; as entidades, projetos e ativos de infraestrutura podem ser sensíveis a acontecimentos adversos nos campos econômico, regulamentar, político ou outros, e podem estar sujeitas a diversos acontecimentos que afetem adversamente seus negócios ou operações. De forma geral, os títulos soberanos são garantidos pelo governo emissor; os títulos de agências e autoridades governamentais dos EUA são garantidos em graus variados, mas geralmente não contam com a garantia incondici